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As fugas em sistemas de ar comprimido podem representar uma perda de até 30% da produção de ar comprimido. Isso é comprovado através de estatísticas e pesquisas feitas pelo Departamento de Energia e pelo Instituto de Gás e Ar Comprimido, dos Estados Unidos. Essa estatística é muito parecida em todos os locais do mundo que utilizam ar comprimido em seus processos. Isto é muito importante: para cada unidade perdida de ar comprimido, estão sendo perdidas 6 a 8 unidades de energia elétrica.

Além do aumento da fatura de energia elétrica, as fugas de ar comprimido também podem contribuir para a ocorrência de problemas operacionais em um sistema:

  • Flutuações de pressão na rede, as quais podem tornar os equipamentos menos eficientes e afetar a qualidade da produção.
  • Aumento do numero de horas de trabalho do compressor, resultando em custos mais altos que o necessário.
  • Redução da vida útil e aumento da manutenção dos equipamentos ligados ao sistema de ar, inclusive do próprio compressor, em virtude do aumento de ciclos de operação desnecessárias e aumento da carga em trabalho.

O volume de ar das fugas está relacionado com a pressão da rede. Estas tornam-se maiores com um aumento da pressão, pois se temos maior numero de fugas, necessitamos de maior pressão para compensar a rede. É muito comum, quando uma área de trabalho é afetada por uma queda de pressão, a primeira ação seja o aumento da pressão de funcionamento do compressor. Esta ação provoca o aumento das fugas, maior consumo energético e custos de produção de ar comprimido mais elevados.

A engitop especializou-se e desenvolveu técnica de auditoria à deteção e identificação das fugas na rede de ar comprimido, conseguindo uma valorização destas e a sua gravidade. Conseguimos identificar as situações anómalas sem qualquer prejuízo para a produção da unidade industrial, garantindo ganhos significativos ao nível de custos de energia e manutenção dos equipamentos, paralelamente com um aumento da fiabilidade da rede pneumática.